sexta-feira, 3 de julho de 2015

Entrevista: G.J. STARK

Biografia do Autor:
G. J. Stark é um autor brasileiro e teórico dos antigos astronautas. É o autor do livro pós-apocalíptico Katy e o Caçador de Zumbis. Apaixonado por fantasia e ficção-cientifica, divide seu tempo entre o trabalho e a escrita. Gamer de nascença, atua como XBOX Ambassador nas horas vagas.



    
   1.  Quando você começou a escrever? E por quê?
Eu comecei a escrever oficialmente a pouco mais de um ano e meio, antes disso eu apenas rabiscava alguns pequenos contos que vieram a se transformar na minha obra atual. Um dia eu senti uma imensa vontade de trazer para as prateleiras das livrarias uma estória fantástica que estava na minha cabeça, pensei “o mundo precisa ler isso”, foi então que resolvi escrever e publicar a minha obra.

   2.  Você sempre desejou ser escritor ou foi algo que simplesmente aconteceu?
Eu nunca imaginei que viria a ser um escritor, foi algo que aconteceu ao acaso. Eu sempre escrevi muito bem e era elogiado por professores e pessoas do ramo acadêmico, inclusive na 6ª série do ensino fundamental eu produzi um trabalho extenso sobre a importância da religião politeísta e a decadência da monoteísta no Egito antigo.

   3.       Você tem um personagem de algum livro que goste muito? Gostaria de ter a vida dele(a)?
Sim, tem um personagem que eu gosto muito e ele faz partes das obras de um escritor fantástico e que infelizmente já não está mais entre nós. O nome do personagem é Ian Malcolm, ele é um matemático egocêntrico e metódico que utiliza da Teoria do Caos para explicar a incapacidade do ser humano em controlar a natureza. Ele faz parte das obras O Parque dos Dinossauros e O Mundo Perdido, ambos de Michael Crichton.
E não, eu não gostaria de ter a vida dele. (Risos) Porém eu gostaria de ter tido a oportunidade de visitar o Parque dos Dinossauros.

   4.       Você imagina o que seus leitores sentirão ao ler sua história?
Emoção, medo, indignação, raiva (principalmente pelo final), alegria. Tudo junto e misturado. (Risos)

   5.       Gostaria que sentissem ou pensassem algo? Seus livros passam alguma mensagem?
Eu gostaria que sentissem esperança, pois embora meu livro seja um baita livro sobre mortos-vivos há muito mais por trás dessa premissa, veja, de certo ponto meu livro é um pouco polemico devido a origem especial de uma personagem, ou seja, mesmo depois de ouvir de diversas editoras vários “Não” e “Você terá que mudar esse personagem” eu não dei ouvidos e não desisti, bom, hoje eu tenho o meu livro publicado e “tocando o terror” pelo mundo a fora. (Risos)
Além de sentirem essa esperança – e isso já uma mensagem que eu gostaria de passar – há outra muito importante: NÃO acreditem no governo quando o mesmo disser que ESTÁ TUDO SOBE CONTROLE em caso de uma epidemia misteriosa! (Risos)

   6.       Já teve muita dificuldade em terminar de ler um livro?
Já sim, tem um livro em especial de um escritor espanhol que eu admiro muito, o Apocalipse Z do Manel Loureiro, que eu relutei até a última página para terminar de ler. O livro é tão bom que eu comecei a ler umas duas ou três páginas por dia para demorar bastante para terminar. Eu não queria que o livro acabasse. (Risos)

   7.       Você acha que um escritor precisa de que?
Paixão. Paixão pela escrita e pela sua obra. Uma obra é como um filho, nós temos que concebe-lo com amor e ama-lo com todo o nosso coração, pois só assim as pessoas (leitores) ficaram interessados em ler.
Junto com esse amor virá a determinação de levantar a bandeira e mostra-lo para o mundo, hoje em dia muitos escritores bons não ganham reconhecimento porque não divulgam a sua obra.

   8.       Como escritor, qual seu maior sonho?
Meu maior sonho é ver a minha obra nas prateleiras das livrarias ao redor do mundo para que as outras pessoas possam ter a oportunidade de ler e compartilhar as emoções passadas pela estória.

   9.       Você se vê como modelo de escritor a ser seguido?
Bom, eu acredito que muitos escritores hoje em dia são um modelo a serem seguidos, e sim, eu me vejo como um deles, pelo menos eu tento passar para os meus colegas a mensagem de que jamais devem desistir das suas obras por mais impossível que pareça publicá-las.

   10.   Quem é seu escritor favorito? Deseja ser como ele(a)?
Não vai parecer surpresa, mas meu escritor favorito é o Michael Crichton. Tá, eu assumo que sempre gostei de dinossauros desde quando era criança. (Risos)
Eu desejo um dia ser como ele e ter a habilidade maravilhosa de transportar os leitores para mundos fantásticos que despertem a imaginação e faça-os rir, chorar e se emocionar com cada capítulo.


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Uma praga desconhecida e imprevisível assombra a sobrevivência da humanidade, transformando as pessoas em criaturas macabras sedentas por carne e sangue. A cantora pop Katy, durante uma turnê na América do Sul, acaba ficando presa no Brasil após os EUA declararem o fechamento de suas fronteiras para tentar conter a disseminação da praga. Enclausurada nos confins de um hotel macabro, Katy acaba sendo resgatada por Heitor, soldado das forças especiais do exército brasileiro, dando início a uma corrida pela sua sobrevivência e da própria humanidade.


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