quinta-feira, 23 de julho de 2015

domingo, 19 de julho de 2015

Concurso Cultural INCIPIENS


Olá galerinha mais linda!!! Está no ar o Concurso Cultural INCIPIENS. Para participar siga as regras e boa sorte
Regras:
• Seguir a Fanpage: https://www.facebook.com/AudaxSaga?ref=bookmarks
• Compartilhe a Fanpage;
• Me marque no compartilhamento
• Tire uma foto criativa com tema “Em um mundo extraordinário” usando os seguinte trechos:
1. O lugar com o qual me deparei, era no mínimo, a última coisa que esperava ver. Um campo sem fim se abria diante de meus olhos. Flores de todos os tipos e cores, árvores enormes – que provavelmente estavam há milênios naquele lugar. - até mesmo a grama era incrivelmente bela. Tudo era tão lindo e brilhante que parecia quase mágico. 
2. A rainha se afastou. Porém, a pequena fada que antes era apenas um ponto brilhante tomou a forma real. Ela era toda azul, tinha uma forma quase humana, não fosse as pontiagudas orelhinhas. Tudo nela era diminuto, como uma pequena bonequinha de porcelana. Ela batia as asinhas sem parar, que eram de um azul ora escuro, ora claro mesclando de acordo com as batidas dadas. Ela cabia com folga em minha mão.
3. Era um cavalo branco e ao mesmo tempo não era. Suas asas – sim asas -  estavam recolhidas, enquanto ele bebia água calmamente a margem. Era um cavalo alado, como os das antigas mitologias gregas. Seres mágicos que voavam como pássaros, mas tinham toda a aparência de um cavalo. Um Pégaso.

A duas fotos mais criativa vão ganhar prêmios exclusivos:
1ºLugar: Uma camiseta com a capa do livro + um cupom de 20% de desconto em qualquer livro da selo Métrica.
2º Lugar: Um cupom de 20% de desconto em qualquer livro da selo Métrica na bienal

• As fotos deveram ser postadas na fanpage da Saga Audax: https://www.facebook.com/AudaxSaga?ref=bookmarks
• Data de início dia 20/07 à 20/08 o resultado será postado na Fanpage. Boa sorte a todos!!!!

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Entrevista: MÉRCIA


Biográfia Autora:


Mércia vinte anos, publicando o primeiro livro, sendo este o segundo de sua autoria. Com novos projetos de livro, ama explorar outros gêneros, percorrendo entre romance e suspense. Mas deseja muito escrever ainda histórias infantis. Estudante de Administração Pública e almeja ainda outras formações. Mas escrever é sua maior satisfação, e não pretende parar com seus projetos de escrita em momento algum.


“Nem que eu seja minha única leitora ou que ninguém nunca fale o meu nome, escrever é meu refúgio, um mundo novo, o qual se tornou minha casa, e o qual não abandonarei”.

1. Quando você escreve se imagina vivendo alguma de suas histórias?

Bem, Jéssica, as vezes sim! Em alguns momentos no Alvorada, era como se pudesse sentir a dor e o desespero da Carmem. Mas em me sentir tão dentro da historia assim não. Eu sempre disse a mim mesma que tudo o que via ali era como se eu fosse a Madame Mércia olhando em sua bola de cristal.

2. Você se inspirou em algum escritor? Se sim, Qual?

Na realidade, não. Eu cresci lendo romances policiais e livros de auto ajuda, mas os meus autores preferidos sempre foram um grande espelho para mim. Mas já aconteceu de me perguntarem se andei lendo livros de terror ou se vi SCI para falar de temas relacionados e a resposta sempre foi negativa. Sempre deixo vir e é espontâneo! Apenas me vêm ideias loucas e as escrevo. Até mesmo por quê sou medrosa e não encaro livros com terror, e também sou desligada de TV. Só assisto a série Médica: Grey’s Anatomy e não escrevi nada até agora que se relacione.

3. Vocês costuma anotar suas ideias para não esquecê-las?

Não. Meu bloco de notas é mental mesmo. Embora as vezes que minha cabeça vai explodir com tantas ideias, mas não consigo escrever nada em notas para depois. Até tentei uma vez, mas não fluiu bem na hora de escrever.

4. Imagina como vai se sentir quando lerem seus livros?

Bem, a cada livro que eu leio é certo que há uma emoção diferente. É boa, sempre é, mas para cada estória é diferenciada e creio que os leitores, por vezes vão amar a Carmem e depois irão odiá-la. Eu vejo O Mistério do Alvorada Hotel como uma cama de gato. Haverão altos e baixos emocionais nas pessoas sim, mas no fundo vejo um retorno bom nisso. Sei que vou me sentir alegre ao ouvir cada relato de leitores e que vamos vibrar juntos.
O que me entristece ainda é que este reconhecimento vem de fora da minha cidade e do meu Estado e que poucos por aqui me dirão sobre as emoções de apenas ler, nem que o livro não seja o meu. Este ponto seria o ápice de minha satisfação como escritora, de ver as pessoas pela rua e me pararem para falar do livro e de outros livros e poder conversar com cada um, sabendo que eles compreendem tudo o que falo.

5. Quando escreve você tenta passar alguma mensagem? Qual?


Dependendo dos momentos e do teor da história, sim! Quando escrevi meu primeiro livro, que é um romance, sempre passei a imagem de uma amor puro, passei mensagens sobre amizade, sobre acreditar no outro e sobre união e perdão. O mistério do Alvorada hotel trás mensagem de perdão ao fim. Mas é algo que não consigo transmitir em um conto, já que são curtos e normalmente são temas fortes. Dependendo da variação de temas e do foco ao qual se volta a história somos capazes até de passar certas mensagens que nem nós vemos, mas que acaba chegando a alguém e que serve para tal.

6.  Qual seu maior sonho, como escritora?
Jessica, pode parecer clichê, mas vivo sonhando com o dia em que levarei toda a família para ver uma adaptação no cinema. Mas também sonho em ver minhas obras traduzidas e conquistando o publico internacional. Mesmo sabendo que isto leva um tempo, mas somos jovens e ainda há tempo para muita coisa. E não é impossível, pois há 4 meses atrás eu sonhava com uma editora me propondo lançamento de um livro e agora estou me preparando para o grande dia na Bienal!

7. Você se arriscaria a escrever um livro a quatro mãos, ou seja, com outra pessoa? Por quê?

Para ser sincera, o único trabalho que daria para arriscar seria uma coletânea de contos, pois cada um iria elaborando os seus e depois unirmos todos em um só livro. Esta parceria daria muito certo, mas pegar uma ideia que tive e compartilhar com outra pessoa e tentarmos as duas trabalhar de forma parecida não daria muito certo para mim, até mesmo por que detesto ser contrariada e sou explosiva. E para trabalhar a quatro mãos precisaria ter diálogos constantes nos momentos de criação e eu sou aquela escritora que pode ouvir uma pessoa ao meu lado dar um tiro na cabeça que só iriei olhar para ela quando acabar de escrever aquilo que planejei. E é por isso que não ouço musica, detesto barulho na hora da criação.

8. Já se imaginou como Best Seller? O que acha que faria?

Para ser sincera, me passam tantas coisas pela cabeça que falto enlouquecer. Mas o que posso dizer, não é? Claro que sim. Eu tenho minha própria tradução que diz: estou realizada na vida! E a única forma de agradecer ao publico por eles terem me levado a este nível seria dando a eles uma nova história. E assim, sempre teríamos um livro novo e mais um, até mesmo por que sabemos que mente de escritor não para nunca.

9. O que espera ouvir de seus leitores?

Dos leitores sempre espero o melhor, afinal, sem eles nós nada seriamos, pois são os leitores que fazem de nós Grandes escritores! E a cada dia, quando me deparo com um leitor, a sensação e maravilhosa. E foi a opinião dos meus bons leitores que me impulsionou a continuar, mesmo quando pensei em desistir.

10. O que não quer ouvir de jeito nenhum?

Bem, tem coisas que inclusive já ouvi muito, mas que foram no meu “habitat natural” e que sei que meus leitores e as pessoas com quem tenho me envolvido neste mundo literário são de uma educação e magnitude infindáveis e que jamais me diriam algo assim, até mesmo por quê, pessoas que nos vem com criticas ruins são aquelas incapazes de compreender o meio que nos atrai.

Sei que já ouvi coisas como: por que não para de sonhar e vai trabalhar; escrever não põe comida na mesa; isso não tem resultado; enfim, são coisas desagradáveis de pessoas mais desagradáveis ainda.

Mas eu sei o quanto compensa, o quanto vale apena! E é por isso que eu não pretendo parar e nem desistir nunca. E se não for um grande retorno de uma forma, mas de outra forma é satisfatório o suficiente para compensar as falhas.

E só de poder manter a cultura literária de pé, para mim já vale tudo!

Links para Contato com a Autora:


Aos que não sabem, onde hoje é alvorada, um dia fora a casa de um dos sócios do hotel: Abraão Cury. Todo o hotel foi planejado pela filha de Abraão, que durante a construção do lugar, sumiu, deixando apenas uma carta dizendo que estava indo embora com um namorado. Treze anos se passaram e Carmem Cury nunca dera sinal de vida. Sumiu para sempre. Porém, embora as esperanças de reencontrá-la sejam quase zeradas, o jogo pode estar prestes a virar com a chegada dos irmãos Ferraz, filhos de Maximiliano Ferraz, o outro sócio do ramo hoteleiro. Álvaro, o primogênito, ao chegar encontra uma menina misteriosa que vira sua cabeça, mas a qual o proibiu de lhe tocar. Seu maior sonho é estudar artes, e se põe a pintar a menina. Alberto é ambicioso e gosta de um jogo sujo, porem, ao ouvir a voz daquela menina, a mesma que nunca vira, se encantou e criou certa possessão por ela. Alberto recebe a proposta do pai de cuidar de negócios ilegais que funcionam por trás da faixada de hotel de família. E uma noticia vinda da Senhora Ferraz faz com que tudo piore. Ernestina Moraes, ao parar em frente ao hotel sente que há uma força ali, sombria, cheia de mágoa e ódio, colocando toda a família Ferraz em risco. Ódio, mágoas e um crime do passado, um culpado, os jogos, um bordel, menores de idade sendo escravizadas sexualmente, um investigador, uma morte e uma médium unidos em um mesmo lugar... Há apenas uma forma de libertar o ser que ali habita. Porém ainda virá muitas surpresas pela frente.


quarta-feira, 8 de julho de 2015

Entrevista: NATHÁLIA



Biografia Autora:

Nathália Madeira tem 28 anos, é nascida no interior do Rio de Janeiro e formada em Administração de Empresas. Além de ler e escrever, gosta de cinema e é apaixonada por comédias românticas. Aprendeu a ler aos 5 anos e seu primeiro livro foi um nacional. Começou a escrever de brincadeira e se encantou com o mundo as letras. Ainda Bem Que Encontrei Você é seu primeiro livro e nele ela reuniu temas que gosta de ler.




1. Você já teve alguma ideia muito absurda pra uma história? Se sim, qual foi?
Até agora não, minhas ideias são bem normais, gosto de escrever sobre a vida cotidiana, histórias que poderiam acontecer comigo, com você ou sua melhor amiga.


2. Você já se apaixonou por um personagem?
Quem nunca? Cada livro que leio é um amor diferente.

3. Escrever é algo natural ou você teve que treinar?
Aconteceu de repente, foi natural e rápido, um belo dia acordei com uma ideia em mente e nesse mesmo dia escrevi três capítulos.

4. Quando você cria um personagem, se apega a ele?
Sou apaixonada por todos os meus personagens, sou ciumenta e possessiva também, mas tem uma em especial que roubou meu coração, ela se chama Bel e é uma menininha de um ano que virou meu xodó.

5. Você é tipo de autora que acha que mortes são necessárias nas narrativas?
No meu livro matei dois personagens, acho que isso já responde sua pergunta. Uma morte inserida na hora certa traz uma dose extra de drama pra história é bom pra dar uma agitada na vida dos personagens.

6. Considera-se uma escritora versátil?
Comecei a escrever há pouco tempo, ainda não me arrisquei a escrever outro tema além de romance.

7. Já teve dificuldades em terminar uma história?
Terminar uma história é sempre complicado, eu nunca estou satisfeita com o que escrevo, sempre acho que poderia ter feito melhor.

8. Você coloca suas ideias no papel, como um roteiro, ou só escreve quando é para te fato escrever a história?
Tenho um arquivo chamado Oficina de ideias, nele anoto cada ideia que tenho, seja pra um capítulo ou uma nova história. Quando preciso de inspiração dou uma olhadinha lá e as vezes me surpreendo com ideias que já tinha esquecido.

9. Você se sente desafiada quando escreve? Ou é algo tão natural quanto tomar água?
Sinto-me desafiada e com um fiozinho na barriga, quero logo saber se vou conseguir terminar, se minhas ideias vão dar certo e se as pessoas vão gostar, travo um desafio comigo mesma.

10. Gênero literário que você mais gosta de escrever?
Até agora só escrevi romance, que é meu estilo preferido de leitura, mas no futuro não descarto a possibilidade de outros gêneros, só depende da minha imaginação, o que ela mandar eu escrevo.


 Links para contato com a autora:







Marcelly Andrade tinha a vida que sempre sonhou. Após se formar na faculdade, conquistar seu amor de infância e virar sócia de um negócio em ascensão, pensou que seria feliz para sempre, no entanto uma curva traiçoeira mudou radicalmente seu percurso e um triste acidente levou seu porto seguro. Após perder seu namorado se viu sozinha, perdida de si mesma e um diagnóstico torna seu sonho de ser mãe impossível. Acreditando não ser mais capaz de ser feliz se dedica apenas ao trabalho, porém, duas meninas perdidas no parque podem trazer consigo um novo destino para Marcelly. De forma inesperada ela descobrirá que na vida podemos encontrar varias formas de amar e um romance avassalador a espera. Venha desvendar essa história de superação e amor.


segunda-feira, 6 de julho de 2015

Entrevista: BARBARA

Biografia Autora:
   Bárbara Stefane, carioca, evangélica, apaixonada por livros e filmes.Desde criança, vivia no mundo da imaginação. Suas professoras diziam que ela vivia no mundo da Lua. Sempre gostou de ler e criar histórias em sua mente.Admira autores brasileiros como Thalita Rebouças e Gustavo Reiz, entre outros.    Aos 15 anos, escreveu meu primeiro livro de romance, que conta a história de amor entre um príncipe guerreiro e uma princesa. Amou escrever essa obra, porém ao revisá-la percebeu que  tinha que melhorar muito em todos os aspectos literários. Ela pretende reescrevê-la.
   Entre dezembro de 2008 e janeiro de 2009, escreveu “Meu conto não é de fadas”. Essa obra se transformou em seu xodó e em novembro de 2014, foi publicada em formato físico pela editora "Novo Romance."     Após concluir a obra citada anteriormente, não parou mais.  Escreveu história atrás de história e hoje são 14 obras concluídas no total (Não são todas apenas de romance). Uma delas, “Amor entre amigos” também já foi publicada pelo Clube de Autores e esse ano, será publicado meu 3° livro “Vida de estrela” na Bienal do RJ.    Enfim,  uma pessoa que curte livros e filmes de romance,  fã fanática de Maurício de Souza e escrever pra ela é diversão.


1. Existe algum livro que você gostaria de ter escrito?
  Eu gostaria de ter escrito o livro “Um amor para recordar” do Nicholas Sparks. Acho esse livro incrível com uma lição maravilhosa.
 2. Qual seu gênero preferido?
   Romance, sempre.
 3.  Quando você começou a escrever já tinha o objetivo de publicar ou foi algo que aconteceu?
  Na verdade eu sonhava em ver meus livros publicados, mas pensei por muitas vezes que esse dia nunca chegaria. Quando esse dia finalmente chegou, as coisas aconteceram de uma forma emocionante, foi uma alegria imensa.
 4. Você se considera uma escritora experiente?
  Não. Tenho muitas coisas para aprender ainda. A experiência se adquire com o tempo e com muito trabalho.
 5. Antes de escrever você faz pesquisas?
  Se for sobre um assunto que eu não domino, pesquiso sim, bastante.
 6. Você lê muito sobre técnicas de escrita, narrativa, arquétipos de personagem ou escreve por puro instinto?
  Ás vezes eu leio, mas sempre escrevo de acordo com a minha inspiração. Acredito que essa é a melhor técnica para que um escritor seja único e tenha um estilo próprio.
 7. Você imagina como vai se sentir ao ver as pessoas lendo seu livro?
  Com certeza será uma emoção única. Um dia desses, eu estava sentada no meu cantinho escrevendo meu livro... Ver uma pessoa lendo minha obra e a apreciando, é a maior recompensa depois de meses de muito trabalho para dar o meu melhor.
 8. Como escritora você deixa mensagens em seus livros ou não?
  Sim. No final dos meus livros, deixo uma mensagem que leva o leitor a refletir sobre a leitura que acabou de fazer. É tipo uma lição geral do livro.
 9.Você gostaria que seu livro fosse adaptado e se tornasse um filme? O que faria?
  Sonho com isso. Não sei dizer o que eu faria, mas com certeza iria gritar, pular, chorar...
 10. Qual foi seu maior desafio como escritora?
   Conquistar leitores. No início quando se é desconhecido, o grande desafio é esse, pelo menos pra mim.

Links para contato com a Autora:








Uma estrela famosa, presunçosa, vaidosa, cheia de si... Essa é Mia Stuart, uma linda atriz que preocupa-se apenas consigo mesma e com o sucesso. Ela é capaz de passar por cima de tudo e todos para alcançar seus objetivos.
Mia, porém, vê sua fama ser ameaçada por seu grande fã, Brian Wikessen. Brian é um ator iniciante que fará par romântico com a atriz e que chega ofuscando todo o brilho de sua diva.
Desesperada, Mia passa a usar os sentimentos sinceros do rapaz, como escada para voltar ao auge.
Apaixonado, o ator acaba se envolvendo nas armações da estrela e se metendo em muitas confusões... O problema é que essa paixão, pode lhe custar sua carreira.
Numa história de amor, pretensões e muito bom humor... Poderá o amor, vencer a ganância?



sexta-feira, 3 de julho de 2015

Entrevista: BIANCA

Biografia Autora:
Bianca Aliester, 20 anos, escritora desde 2014, leitora desde que tem 07 anos quando leu "Tem um cabelo na minha terra",

Adora series de livros e de televisão, lê de tudo um pouco, desde romance água com açúcar ate terror.
Sua primeira historia foi publicada no wattpad e sera publicado pela Editora Tribo das Letras pelo selo Metrica.





1.Quando você escreve se imagina como algum dos seus personagens? Quais?

No caso de Fatal, o livro é escrito na visão de todos os personagens, então eu tenho que me colocar no lugar de todos, porem eu me gosto mais de escrever na visão das irmãs Celina e Lucia,  porque apesar de serem fortes e determinadas as duas tem seus conflitos e dramas, eu gosto disso.

2. Você prefere escrever personagens femininos ou masculinos? Por quê?

Bom, eu escrevo os dois, eu quero que meus leitores saibam o lado de cada um na historia, não gosto de imaginar que algo ficou sem explicação porque precisa saber o que o outro personagem pensa.

3. Já escreveu alguma cena, ou sequencia de cenas, que não queria ou que lhe fez sofrer ou ter algum sentimento muito forte?

O final de Fatal rsrsrsr, eu passei três dias pra escrever uma cena, sempre que tentava escrever eu chorava, mesmo depois que consegui escrever ainda chorei por uma semana.

4.            Você já teve alguma ideia para alguma história de uma situação inusitada? Como uma briga real ou vendo pessoas na rua por exemplo?

Já, algumas cenas são baseadas em diálogos e brigam que vejo andando na rua, ate algumas imagens me inspiram.

5. Quanto da sua escrita é inspiração e quanto é trabalho duro?

Creio que meio a meio, todas minhas obras são frutos de ideias que brotaram na minha mente, e flui muito bem, mas com o tempo eu tive que me esforçar muito para manter o livro vivo, tive que fazer bastante pesquisa para não pecar em certas situações.

6. Gostaria que a escrita fosse sua única profissão?

Não, eu pretendo ser psicologa ou professora , acho duas profissões muti bonitas, as duas tem a finalidade de ajudar outra pessoa.

7. Quando lerem a sua história o que quer que as pessoas sintam? Gostaria que se identificassem com seus personagens?

Eu gostaria muito que se identificassem, principalmente as mulheres, quero que todas vejam o quanto pode ser forte, independente e corajosas e mesmo assim não perder seu jeito de ser.

8.Como você se descreveria como autora?

Sou péssima me descrevendo, creio que idealista e minimalista, tento ser simples e direta quando se trata de uma historia, quero atingir o publico de um jeito diferente do que costumamos ver.

9. Você gostaria que seu livro fosse traduzido para outras línguas? O que sentiria se fosse?

Para emoções como essa eu só posso dizer “eu sofreria um mini-infarto”, só de imaginar uma historia minha viajando pelo mundo, em qualquer idioma que seja eu já entro em colapso rsrsr

10.Qual seu maior desafio como escritora?

Ter que ouvir as pessoas que dizendo que não sou capaz e me manter firme, esse é meu maior desafio.


Links para contato com a autora:







Alan um publicitário renomado que sempre gostou de festas, bebidas e mulheres mais novas. Celina,uma sucubo,tem sua vida repleta de luxuria, ela busca em homens o prazer que nunca foi alcançado, o ápice do prazer carnal.


O que deveria ser apenas um simples esbarrão em uma boate se tornou uma confusão de proporções épicas. As pessoas envolvidas simplesmente são duas encrenqueiras que não levam desaforo para casa.  Alan sentiu puro ódio naquela situação, Celina achou tudo muito excitante e diferente.


Depois da noite desastrosa Alan acredita que sua vida seguirá normalmente, porém Celina decidiu conquistá-lo. Como diz o ditado “dois bicudos não se beijam”, entretanto quando o demônio do sexo está diante do homem mais cabeça dura do universo resistir não é uma opção. Venha cair na tentação e descobrir quantos pecados uma mulher pode fazer um homem cometer.


Minha Entrevista

Pessoas dei uma entrevista a Ane Viz em seu blog, quem quiser pode dar uma passada lá e conhecer um pouco mais sobre mim e meu livro.


Entrevista

Entrevista: REGILDA

Biografia da Autora
 Cearense,  moro no Rio de janeiro a 7 anos, tem 31 anos e  cursando jornalismo. Ama ler, já perdeu as contas. Ama mais ainda escrever. Quando começa uma história nova, viaja literalmente, como se  fosse à personagem. É o momento em que ela se sente  dona do mundo. Sua frase preferida é “E foram felizes para sempre”.
Seus personagens sempre tem uma característica dela ou de um amigo. Busca pequenos detalhes como um jeito de agir ou de falar e coloca nos personagens. 




   1.       Você já sabe exatamente o que vai acontecer em suas histórias ou vai criando à medida que escreve?

Sim. Quando eu começo a escrever, já sei todo o enredo e sempre escrevo dois ou três finais diferentes. A escolha vai depender do desenrolar da história. Geralmente eu faço um roteiro e tento seguir ( as vezes eu acabo fugindo um pouco).

   2.       Quando escreveu sua primeira história, conto, poesia ou fanfic você achou que estava bom ou pensou “Pode ficar muito melhor”?

Meu primeiro livro eu escrevi aos 15 anos, coloquei o nome de Confusões de adolescentes. Levei três anos para terminar, por que sempre que lia, encontrava algo que não tinha ficado legal. Quando vim morar no Rio de janeiro, deixei guardado em uma caixa e acidentalmente minha mãe jogou fora achando que era lixo. Quase morri.

   3.       Considera-se uma escritora versátil?

Sim. Sempre escrevi histórias voltadas para adolescente, me inspirei muito na malhação. Cheguei a iniciar um livro fantasia, já estava com 25 capítulos quando meu computador pegou vírus e acabei perdendo tudo. Mas ainda estou com a história na cabeça e em breve pretendo começar a escrevê-lo. Já o livro Segunda chance foi um grande desafio, por que apesar de ser romance, ele tem algumas cenas hots e essa parte foi bem difícil escrever, mas fiquei muito feliz com o resultado.

   4.       Qual seu maior talento como escritora?

Eu gosto de misturar a realidade com a fantasia. Como por exemplo, sabemos que um cara rico nunca vai se apaixonar por uma garota pobre, isso só existe em livros e novelas. No meu livro teve um pouco de fantasia, algo que também nunca irá acontecer na vida real.

   5.       Quando você escreve o que sente?

Nossa, é difícil descrever. Eu me sinto a dona do mundo. É como se eu tivesse o poder nas minhas mãos. Eu viajo literalmente quando estou escrevendo, esqueço de comer, beber, até mesmo de dormir.

   6.       Quando seu livro estiver nas livrarias, e você vê-lo, o que acha que vai sentir?

Eu vou surtar, rir e fazer a dancinha da vergonha. Até hoje ainda não acredito que o meu sonho vai se tornar realidade.

   7.       Como você se imagina profissionalmente falando daqui a dez anos?

Eu espero ainda estar usando essas palavras para descrever o quanto estou feliz a cada livro publicado. Eu tenho histórias arquivadas na minha cabeça que acho que não vou ter tempo de escrever todas.

   8.       Seus personagens são baseados em pessoas reais?

Nesse livro, a história foi baseada um pouco em mim mesma. Um dia eu tive um sonho surreal com uma pessoa por quem eu sofri por alguém por sete anos, e quando acordei, fui direto para o computador escrever.

   9.       Você concorda com a frase “90% transpiração e 10% inspiração”? Se sim por quê?

          Eu discordo. Eu sou 90% inspiração e 10% transpiração. Tenho vários projetos e você     pode me achar uma louca, mas os personagens conversam comigo. Ficam gritando para que eu comece logo a escrever o livro deles.

   10.   Qual seu maior sonho enquanto autora?

Eu sonho alto. Muito alto. Sempre quis gostei de escrever e sempre gostei de inventar histórias, acho que nasci para isso. Quero ser conhecida aqui no Brasil e fora dele. Quero chegar pelo menos perto do sucesso da minha escritora diva Julia Quinn, que tem seus livros lançados em vários países.


Links para contato com Autora:


Sinopse

Cristal quer encerrar sua carreira de modelo internacional e ter um pouco de paz. Durante anos essa foi sua vida, porém, lhe faltava algo. Daniel foi o único que ela deixou se aproximar, entretanto, ele não soube lidar com sua fama e lhe pôs uma escolha, ou sua carreira ou ele. Sete anos se passaram desde aquele dia e o seu amor por Daniel nunca morreu. Em sua festa de encerramento de carreira, o destino os coloca frente à frente e toda a esperança que seu coração cria vai por água abaixo quando ela fica sabendo que ele está casado. Acreditando ter perdido de vez o amor da sua vida, ela deseja voltar ai passado e ter mais uma chance de escrever sua história. Essa oportunidade é dada quando ela acorda em 2008 e pode fazer tudo diferente. Embarque nessa viagem e descubra que o destino às vezes gosta de pregar peças, e que a força do amor vai além do impossível.




Entrevista: MARIA

Biografia da Autora
Maria José Tagarro, nasceu em Vitória, no Espírito Santo, mora no Rio de Janeiro, começou a escrever fanfics e se aventurou no gênero da literatura. Usava o pseudônimo de Sandy Lane para criar coragem de publicar os seus textos. Considera-se uma viciada por leitura. Começou a ler Monteiro Lobato e nunca mais quis largar os livros. Na adolescência, pensou em ser escritora, mas mantinha os pés no chão e hoje está feliz ao ver esse sonho se realizando.


      1.       Você sempre quis ser escritora? O que te levou a escrever? 
   Eu fui estimulada a ler desde criança e na adolescência comecei a pensar em ser escritora. Comecei a ler fanfics e resolvi criar as minhas próprias. Foi assim que começou.
   
      2.       Quando você escreve quais são suas inspirações? 
   Depende. Varia muito. No meu primeiro livro a minha inspiração foi minha própria adolescência.
  
      3.       Você lê o que escreve ou prefere nem ler pra não mudar tudo?
   Eu leio muito o que eu escrevo! Hehe! Eu leio e releio mas depois que dou o aval, não mudo.

      4.       Gosta de reescrever a mesma cena varias vezes ou tenta mexer o menos possível? 
   Não, não gosto de reescrever. Às vezes eu mudo quando acho que não ficou legal, já fiz isso com um capítulo inteiro porque achava que não se encaixava na história. Prefiro mexer o menos possível.
     
     5.       Qual gênero mais gosta de escrever? Por que? 
   Romance sempre com pitadas de humor. Eu acho leve e divertido. Até escrevo uma história mais dramática, mas em principio quero que as pessoas se divirtam com a história que quero contar.
   
    6.       Qual seu livro favorito? 
   Nossa... Difícil. Vou escolher o primeiro livro que li na infância: ‘‘Memórias de Emília e Peter Pan’’ do Sítio do Picapau Amarelo de Monteiro Lobato. Foi por causa das histórias dele que eu realmente comecei a achar fascinante o mundo da literatura.
    
    7.       Existe algum livro ou autor que você tenha lido e odiado? Por quê? 
   Danielle Steel ‘‘Sua Alteza Real’’. Eu adoro livros que envolvam monarquia, amo os livros da Steel, mas esse foi intragável pra mim. Em nenhum momento me identifiquei com a personagem e nem me comoveu o seu drama, que eu achei vazio. Me arrependi de ter comprado e já até doei o livro.
   
    8.       Seus personagens são mesmo fictícios ou eles têm um pezinho na realidade? 
    Em ‘‘Lizie’’, alguns foram inspirados em pessoas reais, que eu conheci na adolescência, até mesmo o ambiente do colégio. Já os outros que eu escrevi não.
    
     9.       Você já quis rasgar alguma coisa que escreveu por achar ruim demais? 
    Minha primeira fanfic! E algumas coisas que estão em cadernos antigos...
  
     10.   O que você diria para os escritores que estão começando? 
    Escrevam primeiro para vocês. Escreva o que gosta, o que te faz feliz, o que te diverte. Se imaginou uma história e já sabe o que quer passar, vá até o fim, quem dita as regras na sua trama é você. E o mais importante: pode parecer clichê, mas escrevam por amor. 


Links para contato com a Autora:



Elisabeth Batista, a Lizie, é uma garota de 16 anos que estuda no Colégio Excelsior e se considerada praticamente invisível naquele ambiente. Tem três amigas: Camila, Andréia e Sheila e não é muito sociável. Quando suas notas estão baixas em Química e ela precisa ter aulas extras para melhorar a média, conhece novas pessoas, como Beto, um garoto que ama teatro e literatura e se vê mais próxima de Gustavo, um dos garotos mais populares e bonitos do colégio.






Entrevista: G.J. STARK

Biografia do Autor:
G. J. Stark é um autor brasileiro e teórico dos antigos astronautas. É o autor do livro pós-apocalíptico Katy e o Caçador de Zumbis. Apaixonado por fantasia e ficção-cientifica, divide seu tempo entre o trabalho e a escrita. Gamer de nascença, atua como XBOX Ambassador nas horas vagas.



    
   1.  Quando você começou a escrever? E por quê?
Eu comecei a escrever oficialmente a pouco mais de um ano e meio, antes disso eu apenas rabiscava alguns pequenos contos que vieram a se transformar na minha obra atual. Um dia eu senti uma imensa vontade de trazer para as prateleiras das livrarias uma estória fantástica que estava na minha cabeça, pensei “o mundo precisa ler isso”, foi então que resolvi escrever e publicar a minha obra.

   2.  Você sempre desejou ser escritor ou foi algo que simplesmente aconteceu?
Eu nunca imaginei que viria a ser um escritor, foi algo que aconteceu ao acaso. Eu sempre escrevi muito bem e era elogiado por professores e pessoas do ramo acadêmico, inclusive na 6ª série do ensino fundamental eu produzi um trabalho extenso sobre a importância da religião politeísta e a decadência da monoteísta no Egito antigo.

   3.       Você tem um personagem de algum livro que goste muito? Gostaria de ter a vida dele(a)?
Sim, tem um personagem que eu gosto muito e ele faz partes das obras de um escritor fantástico e que infelizmente já não está mais entre nós. O nome do personagem é Ian Malcolm, ele é um matemático egocêntrico e metódico que utiliza da Teoria do Caos para explicar a incapacidade do ser humano em controlar a natureza. Ele faz parte das obras O Parque dos Dinossauros e O Mundo Perdido, ambos de Michael Crichton.
E não, eu não gostaria de ter a vida dele. (Risos) Porém eu gostaria de ter tido a oportunidade de visitar o Parque dos Dinossauros.

   4.       Você imagina o que seus leitores sentirão ao ler sua história?
Emoção, medo, indignação, raiva (principalmente pelo final), alegria. Tudo junto e misturado. (Risos)

   5.       Gostaria que sentissem ou pensassem algo? Seus livros passam alguma mensagem?
Eu gostaria que sentissem esperança, pois embora meu livro seja um baita livro sobre mortos-vivos há muito mais por trás dessa premissa, veja, de certo ponto meu livro é um pouco polemico devido a origem especial de uma personagem, ou seja, mesmo depois de ouvir de diversas editoras vários “Não” e “Você terá que mudar esse personagem” eu não dei ouvidos e não desisti, bom, hoje eu tenho o meu livro publicado e “tocando o terror” pelo mundo a fora. (Risos)
Além de sentirem essa esperança – e isso já uma mensagem que eu gostaria de passar – há outra muito importante: NÃO acreditem no governo quando o mesmo disser que ESTÁ TUDO SOBE CONTROLE em caso de uma epidemia misteriosa! (Risos)

   6.       Já teve muita dificuldade em terminar de ler um livro?
Já sim, tem um livro em especial de um escritor espanhol que eu admiro muito, o Apocalipse Z do Manel Loureiro, que eu relutei até a última página para terminar de ler. O livro é tão bom que eu comecei a ler umas duas ou três páginas por dia para demorar bastante para terminar. Eu não queria que o livro acabasse. (Risos)

   7.       Você acha que um escritor precisa de que?
Paixão. Paixão pela escrita e pela sua obra. Uma obra é como um filho, nós temos que concebe-lo com amor e ama-lo com todo o nosso coração, pois só assim as pessoas (leitores) ficaram interessados em ler.
Junto com esse amor virá a determinação de levantar a bandeira e mostra-lo para o mundo, hoje em dia muitos escritores bons não ganham reconhecimento porque não divulgam a sua obra.

   8.       Como escritor, qual seu maior sonho?
Meu maior sonho é ver a minha obra nas prateleiras das livrarias ao redor do mundo para que as outras pessoas possam ter a oportunidade de ler e compartilhar as emoções passadas pela estória.

   9.       Você se vê como modelo de escritor a ser seguido?
Bom, eu acredito que muitos escritores hoje em dia são um modelo a serem seguidos, e sim, eu me vejo como um deles, pelo menos eu tento passar para os meus colegas a mensagem de que jamais devem desistir das suas obras por mais impossível que pareça publicá-las.

   10.   Quem é seu escritor favorito? Deseja ser como ele(a)?
Não vai parecer surpresa, mas meu escritor favorito é o Michael Crichton. Tá, eu assumo que sempre gostei de dinossauros desde quando era criança. (Risos)
Eu desejo um dia ser como ele e ter a habilidade maravilhosa de transportar os leitores para mundos fantásticos que despertem a imaginação e faça-os rir, chorar e se emocionar com cada capítulo.


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Uma praga desconhecida e imprevisível assombra a sobrevivência da humanidade, transformando as pessoas em criaturas macabras sedentas por carne e sangue. A cantora pop Katy, durante uma turnê na América do Sul, acaba ficando presa no Brasil após os EUA declararem o fechamento de suas fronteiras para tentar conter a disseminação da praga. Enclausurada nos confins de um hotel macabro, Katy acaba sendo resgatada por Heitor, soldado das forças especiais do exército brasileiro, dando início a uma corrida pela sua sobrevivência e da própria humanidade.


Entrevista: ANE

Biografia da Autora:
Ane é formada em letras português/espanhol pela Universidade Federal Fluminense, pós-graduada em tradução de espanhol pela Universidade Estácio de Sá. Formada no curso profissionalizante de tradução de espanhol pelo Curso Abierto. Atualmente, mestranda em literatura espanhola pela UFF. Trabalha com tradução e revisão em um projeto para ajudar os autores. Seu  primeiro conto foi publicado aos treze anos, a partir daí, seu caminho para alcançar o sonho de ser escritora começou. Até hoje escreve fanfics e continua com os seus projetos, desejando poder publicar seus livros e ter o seu lugar entre tantos autores brilhantes da literatura nacional.


1.       Quando começou a escrever? Por quê?
 Bom, o meu primeiro texto foi um conto quando tinha treze anos de idade. Comecei a escrever porque minha mãe me apoiou. Ela decidiu participar do II Concurso Municipal de Contos de Niterói, apesar de falar que não sabia escrever ela me induziu a participar, para minha surpresa fui selecionada em quarto lugar recebendo uma menção honrosa tendo o conto publicado na coletânea.

2.       Quando você começa a escrever já sabe exatamente o que vai acontecer? 
 Hm... Mais ou menos. (Risos) Tenho uma ideia do que pretendo no livro, porém em certo casos as personagens e o enredo tomam um rumo diferente. Entretanto, sigo a ideia original, mesmo modificando pontos ao longo da escrita.

3.       Já teve um grande dilema sobre algum personagem? Pode contar qual foi?
Sim! Com quem a protagonista terminar. (Risos) Confesso, ainda não me decidi totalmente com quem a Sammy, protagonista de Sonho ruim ou pesadelo bom? irá terminar.

4.       Você gosta de escrever Fanfics como começou?
  Amo! Adoro escrever fics principalmente de A mediadora e Harry Potter. Comecei logo após participar do concurso de contos. Para quem teme na hora da escrita escrever fics é um exercício maravilhoso. Minha primeira fanfic foi A terra das sombras – POV Jesse, porém eu a exclui da conta, infelizmente, ninguém poderá lê-la.

5.       Sempre se imaginou como escritora? Por quê?   
  Somente a partir deste concurso de contos onde tudo começou. Sempre amei ler, no entanto, não sabia dizer se escrevia ou não. A partir dos treze anos descobri que essa era a profissão da minha vida. Escrever e poder alcançar as pessoas com os livros é uma das melhores sensações que existem. Saber que causou um sorriso ou até mesmo lágrimas é muito bom. Deixar os leitores se envolverem e dizerem como se sentem nos dá um prazer inexplicável.

6.       Quando você imagina um personagem, costuma fazer ficha técnica ou algo assim?
  Bom, eu costumo sim, fazer uma ficha com as características físicas e emocionais, entre outras informações.

7.       Você gosta mais de histórias curtas ou longas?
   Gosto dos dois tipos, na verdade. Posso dizer que cada enredo pede por um tipo de duração. Tenho livros longos e curtos, cada um com suas especificidades.

8.       O nome do seu livro favorito, explique por que é seu favorito:
Sem sombra de dúvidas A mediadora de Meg Cabot. Sinceramente amo todos os livros da saga. Amo a forma descontraída que a autora escreve e prende o leitor. As personagens são envolventes e você se vê ansiando por mais. Durante a leitura tem romance, aventura, comédia e drama. Um livro completo.

9.       Um personagem que você gostaria que fosse real:
Digo em alto e bom o Hector da Silva, o Jesse, de A mediadora.

10.   Você pesquisa para dar nomes a suas histórias?
Sim, antes de escrever faço um pesquisa para escolher o nome do livro, das personagens, o local onde vai se passar o enredo. Todo escritor é um pouco investigador. (Risos) Precisamos saber do que falamos e tentarmos criar um ‘universo’ aceitável e apaixonante.


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Curtam a Sinopse de Sonho Ruim
ou Pesadelo Bom?


 Samantha Smith depois de ter sido obrigada por seu padrasto, Mark, a trabalhar no verão e conhecer outros mediadores, espera ter um ano letivo normal. Sammy não contava com uma viagem surpresa logo no inicio das aulas. Onde irá encontrar coisas que nunca pensou serem reais, mesmo para uma mediadora. Sendo, o tempo todo posta a prova e ter que aturar um cara que conheceu nas férias, mas não se sente bem perto dele. Samantha tentará descobrir se está vivendo um sonho ruim ou um pesadelo bom.







quinta-feira, 2 de julho de 2015

Entrevista:MARIANA CAVALCANTE

Biografia Autora:
Mariana Cavalcante, busca na escrita uma maneira de se refugiar do mundo real.
Ama livros de romance e suspense. Sua saga preferida é Fallen da autora Lauren Kate, a qual é a sua maior fonte de inspiração. Mora em Manaus com os pais e irmãs, e passa a maior parte do tempo estudando ou escrevendo.




           1.       Como você começou a escrever? Por quê?
 Pra falar a verdade, eu sempre amei ler, mas jamais imaginei que eu pudesse escrever um livro. A escrita entrou na minha vida de uma forma inesperada, posso dizer que o wattpad me proporcionou isso, eu comecei escrevendo um romance com a minha melhor amiga, no começo eu apenas escrevia em parceria, mas depois de um tempo, uma história invadiu minha mente e eu decidir que já estava na hora de eu fazer algo por conta própria.
Pra mim a escrita é como uma necessidade, eu sempre costumo dizer que as vezes é bom nós mergulharmos nas fantasias de nossa imaginação.
         
           2.       Sua história foi inspirada em algo real? Pessoas? Fatos reais?
Não, a história não foi baseada, ela é totalmente fictícia.
     Quando eu escrevia, eu tentava me por no lugar dos personagens, ficava imaginando o que eu faria se estivesse no lugar deles. Há apenas um personagem que eu inspirei em uma pessoa real, que é a amiga da protagonista, eu a inspirei na minha melhor amiga, e o engraçado é que ela foi a personagem que mais cativou os leitores, com seu jeito divertido, fiel e decidido.
        
          3.       Seu sonho sempre foi escrever? Explique:
Como eu já havia dito, eu jamais me imaginei escrevendo um livro, na verdade meu sonho sempre foi em me tornar uma veterinária, desde pequena eu tenho uma paixão inexplicável por animais, e ainda hoje pretendo seguir essa carreira. Eu tenho a escrita apenas como um hobby.
       
          4.       Você se acha uma autora nova? Inexperiente?
     Tenho apenas 15 anos, acho que a vida ainda tem que me ensinar muito coisa.
         
         5.       Quando escreveu sua primeira história, conto, poesia ou fanfic você achou que estava bom ou pensou “Pode ficar muito melhor”?
    A minha primeira história eu escrevi com a minha melhor amiga, e éramos bem inexperientes,  e ela não chegou a ser finalizada pelo simples fato de que ela podia ficar muito melhor. E acabamos desistindo, para começarmos um novo projeto.
       
        6.     O nome da sua história o que se significa, por que escolheu esse nome?
    Quando comecei a escrever Dark Cinderella, eu tinha pensando em pôr o nome de “A nova Cinderella” (risos), mas depois percebi que já havia muitos filmes com esse nome, então o título “Dark Cinderella” surgiu na minha cabeça, eu fiquei super feliz com a idéia, já que o livro seria uma releitura do conto “A Cinderella”, só que numa forma mais sombria.
    
        7.       O que você espera que aconteça quando lançar seu livro?
    Eu tenho muitas expectativas, mas prefiro deixar tudo nas mãos de Deus. Mas acho que o sonho de qualquer escritor é ver seu livro fazendo sucesso.
      
        8.       Você acha que saberá lidar com as criticas negativas?
    As críticas nos fazem crescer, mas lógico acho que ninguém gosta de receber criticas negativas, mas acho que sem elas, nós nunca saberemos onde erramos. Talvez eu possa ficar um pouco chateada no começo, mas tenho certeza que aprenderei  a lidar com isso.  No ramo que estamos as criticas sempre surgem, no começo elas te destroem, mas depois você passa a usá-las como motivação. As criticas me dirão onde errei, e erros são aceitáveis.
    
        9.      O que você sente quando escreve?                      
    Uma palavra definiria tudo “LIBERDADE”.
   
       10.   Gostaria de dar alguma dica a um escritor iniciante? Ou alguém que gostaria de se tornar um escritor?
    O segredo para escrever bem é: ler, ler, ler...
E acima de tudo, acredite em você mesmo, é difícil no começo, mas se você persistir com toda a certeza você consegue.
Um conselho que recebi de uma escritora que é umas das minhas maiores fontes de inspiração é: Termine suas histórias, termine suas histórias, acredite em mim isso faz uma grande diferença em saber que você concluiu algo.


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Curtam a Sinopse de Dark Cinderella




A vida de Lucy Miller nunca fora um conto de fadas, e estava bem longe de ser.
Após a morte de seu pai, a jovem precisou amadurecer, e enfrentar os mal tratos de sua madrasta e irmãs adotivas, que a obrigavam a praticar serviços domésticos dentro de sua própria casa. A sua vida sempre fora a mesma rotina. Escola e trabalho.
A garota achava que seu primeiro dia de aula em seu último ano escolar, seria o mesmo, ser gozada pelos alunos populares e responder bem em todas as aulas, sempre foi assim. Mas a aparição de um novo aluno muda completamente o rumo de sua vida.
Jace Mark, o príncipe que causa o maior alvoroço em toda a escola com a sua recém-chegada, chama a atenção de Lucy logo no primeiro dia de aula, após se esbarrarem.
Desde aquele dia, a garota passara a ter sonhos completamente estranhos, com um jovem de olhos extremamente azuis, a qual ela jamais vira o rosto. Ela passa a descobrir segredos macabros sobre seu verdadeiro eu. E uma maldição que ronda sua família a milênios.
Ela achava que era uma garota normal. Mas estava bem longe disso. Leia se tiver coragem, mas darei apenas um aviso:
Cuidado, nem todos são o que você pensa!