sábado, 26 de março de 2016

Resenha : Sentinela

Sentinela
Nesse livro escrito pela talentosa Thais Lopes, que é autora nacional, somos apresentados a um universo completamente novo onde existe uma velha e tradicional Ordem que protege seus habitantes. Esses protetores são chamados de Guardiões, e somos então surpreendidos pela nossa heroína. Arqui-Guardiã Aíla – graças que ela não é mais uma mocinha em apuros – que responde a um estranho chamado feito por um de seus aliados, os C´erit.


Quando é introduzida ao reino, que é completamente fechado e não recebe visitantes, bem como não interfere em questões politicas, a guardiã se vê curiosa pelo chamado. Ela conhece o charmoso e mistério rei Kai Ithar, e apesar de seu claro interesse e atração por ele, Aíla coloca seu dever a frente e deseja saber o motivo de ser solicitada naquele reino, onde jamais houve um pedido de socorro ou comunicação.


Ela descobre que o filho do rei foi raptado e rapidamente, levando seu dever sempre em primeiro lugar, ela garante ao rei que irá ajuda-lo e salvará seu filho.


Uma pequena bolha de tensão se forma ao redor dos dois, e não demora muito para que a atração dos dois estoure essa bolha e se entreguem a seu desejo. Colocando sempre seu dever em primeiro lugar a Guardiã fica confusa, e não demora a achar que está sendo usada por Kai. Que descobre seus dons, não apenas como guardiã, mas, como descendente de uma antiga e poderosa raça de poderes psíquicos e físicos muito forte. O rei força uma ligação muito poderosa entre os dois, que compartilha suas mentes e suas forças, e literalmente suas vidas.


Irritada por ter a ligação forçada a sí, tendo um passado cheio de sombras e desconfiança vindo à tona. Aíla prossegue com suas obrigações e salva o jovem Edel das mãos de rebeldes, que são, assim como a guardiã, um antigo povo que foi menosprezado por todos, e então deseja se reafirmar por meio de violência e controle.


A arqui-guardiã é levada novamente ao seu “lar”, onde descobre que o príncipe esta sendo mantido como garantia que o rei não atacará os guardiões e estará aberto a negociações. Nesse meio tempo, Aíla é levada a seus superiores, que ignoram seus avisos sobre uma possível guerra que está prestes a explodir caso ignorem os rebeldes, como vem fazendo a tantos anos. A jovem é vista como uma traidora, e é levada a prisão. Porém, uma de suas superiores Krisla, que não só confia e acredita nas suspeitas dela, como a ajuda a fugir e levar Edel com ela.


Aíla volta ao reino dos c´erit, e percebe que todos naquele reino a admiram. Ela sente que finalmente pode ter um lar, e começa a acreditar, e assumir seus sentimentos por Kai. Mas, para desfrutar seu futuro ela precisa confrontar-se com seu passado.




A arqui-guardiã descobre que quem está por trás de toda a conspiração do rapto de Edel, é alguém de seu passado. Aquele que matou seus irmãos, e destruiu sua vida, uma sombra que a seguiu mesmo depois de tantos anos de “fuga”. E ela percebe que ele só quer uma coisa captura-la. Mesmo apavorada com todas as probabilidades ela resolve lutar, e espera vencer.


Com uma narrativa cheia de guerras, lutas, intrigas e uma teia de mentiras e descobertas assombrosas, somos levados não só a conhecer esse universo tão diferente do nosso, como a viver, e a sentir como eles. Dirigidos pela honra, e por suas promessas, e sempre levando seu dever muito a serio. As varias raças que habitam esse universo são complexas, e por vezes fiquei ligeiramente perdida na narrativa, e confusa com alguns aspectos. O começo e levemente corrido, e não dá tempo para que o leitor se acostume com os milhares de informações que são trazidas a nós.


Há uma química palpável entre Kai e Aíla, impossível de negar que o casal é perfeito. A personagem principal é forte, determinada e está enraizada a sua honra e a seu dever, e sempre busca a justiça.


Embarque nessa viagem que vai além de nossa galáxia, mas, se prepare a guerra só está começando, erga seus escudos e se prepare pra uma narrativa cheia grandes emoções.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Escrever Primeiros Passos: Ideias, Desenvolvimento e Clichês

   Um autor precisa, mais do que uma boa ideia para ir adiante. Muito mais importante do que ter "A Ideia" genial, que poderá um Best Seller, é saber se ela pode ser viável. Por exemplo, eu tenho varias ideias (Plot) para histórias futuras, mas, que nesse momento não são viáveis, seja por falta de pesquisa, planejamento ou mesmo tempo, faltaria verossimilidade para essas histórias - que por mais fantasio que seja, precisa de certa lógica.
 

   Portanto, vou dar uma dica, que funciona para mim, na maior parte das vezes. Antes todas as ideias que tinha, eu corria para escrever, e na maioria das vezes - antes que a história tivesse um fim - me deparava com um bloqueio, um grande problema ou algo que impossibilitava que eu seguisse adiante. Eu não fazia pesquisas, e me deparava com a falta de informação, enfim, me via em um beco sem saída.


  Frustada eu achei que escrever, não era para mim. Esse momento veio com outro choque, mas, falaremos disso em um próximo encontro. Percebi com o tempo que escrever é uma questão de Pratica, Foco e Organização. Então, passei a usar um artificio. Antes de escrever qualquer coisa eu montava "o grosso" da história na minha cabeça: começo, meio e fim.
 

   No começo foi muito difícil, pois, ficava empolgada com determinada ideia, mas, a medida que me tornei "esse" um hábito minhas histórias ao serem passadas para o papel, em um planejamento. se tornavam mais fluidas. Pois, ao imaginar  as histórias em minha cabeça eu percebia o que era viável e o que não, e já podia descartar uma ideia que podia me fazer perder dias, meses e até anos, e não te levaria a nada. As ideias são essenciais na vida de um autor, mas, ele tem que ser capaz de ver quais são uteis e quais devem ser descartadas. Isso é muito importante.


   Tão importante quanto ter um ideia, e saber como moldá-la em uma história. Para isso você precisa pesquisar sobre o que vai escrever - acho que uma das coisas mais importantes - quanto mais informações, melhor você será capaz de descrever sobre o que desejar.
   Ter uma ideia é fácil, talvez a parte mais fácil, desenvolver essa ideia é que realmente é difícil.Montar como "tudo" vai acontecer. Uma dica que me ajudou é fazer fichas técnicas para seus personagens, que falará parte da história, eu particularmente faço para todos os personagens que acredito serem importantes a trama, mas, cada autor pode decidir de quais personagens fazer.


   Montar tópicos para organizar sua história, também ajuda. Esses tópicos serviram para que você não se esqueça de nenhum dado vital, bem como permite que tudo fique bem "amarrado" e sem pontas soltas. - a ultima dica foi "roubada" de Camila Deus Dará, uma BookTuber que eu admiro muito.


   Os tópicos podem descrever uma cena, ou um geral do que vai acontecer em determinado momento.
 

   Outra coisa muito importante é adotar uma postura profissional sobre a escrita, se você não encarar com seriedade, como profissão, ninguém mais vai. Então organização é essencial.
 

   Por ultimo, já ouvi falar, da boca de certos entendedores da literatura, que um autor, principalmente um que começou agora, nunca deve escrever histórias com clichês. A garota orfã(o), a menina pobre e o cara rico, a gêmea boa e a má. Enfim, eu discordo. Dizem que os temas foram explorados a exaustão, e talvez, se você ver com os olhos ao qual essas histórias são criadas, de fato. Mas, você pode criar algo completamente novo, inédito. Pode pegar algo clichê e transformar de acordo com sua criatividade.


   Um amigo certa vez ao ler uma de minhas histórias, disse que eu pegava os clichês e virava do avesso, deixando-os tão diferentes, que quase não se podia dizer que era um clichê. Então, eu realmente tenho um fraco para "histórias batidas".
 

   Você pode sim escrever sobre um clichê, mas, o segredo está em dar sua cara a história, e não ir pelo caminho usual. Inserir reviravoltas, surpresas e dramas próprios transforma a história por completo. Assim ela será única e especial, com a sua cara.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Escrever Primeiros Passos

Para você novo escritor que tem dúvidas de como escrever, que não sabe por onde começar. Seus problemas acabaram. Essa série vai solucionar seus problemas. Veja o vídeo:


Escrever Primeiros Passos




quinta-feira, 23 de julho de 2015

domingo, 19 de julho de 2015

Concurso Cultural INCIPIENS


Olá galerinha mais linda!!! Está no ar o Concurso Cultural INCIPIENS. Para participar siga as regras e boa sorte
Regras:
• Seguir a Fanpage: https://www.facebook.com/AudaxSaga?ref=bookmarks
• Compartilhe a Fanpage;
• Me marque no compartilhamento
• Tire uma foto criativa com tema “Em um mundo extraordinário” usando os seguinte trechos:
1. O lugar com o qual me deparei, era no mínimo, a última coisa que esperava ver. Um campo sem fim se abria diante de meus olhos. Flores de todos os tipos e cores, árvores enormes – que provavelmente estavam há milênios naquele lugar. - até mesmo a grama era incrivelmente bela. Tudo era tão lindo e brilhante que parecia quase mágico. 
2. A rainha se afastou. Porém, a pequena fada que antes era apenas um ponto brilhante tomou a forma real. Ela era toda azul, tinha uma forma quase humana, não fosse as pontiagudas orelhinhas. Tudo nela era diminuto, como uma pequena bonequinha de porcelana. Ela batia as asinhas sem parar, que eram de um azul ora escuro, ora claro mesclando de acordo com as batidas dadas. Ela cabia com folga em minha mão.
3. Era um cavalo branco e ao mesmo tempo não era. Suas asas – sim asas -  estavam recolhidas, enquanto ele bebia água calmamente a margem. Era um cavalo alado, como os das antigas mitologias gregas. Seres mágicos que voavam como pássaros, mas tinham toda a aparência de um cavalo. Um Pégaso.

A duas fotos mais criativa vão ganhar prêmios exclusivos:
1ºLugar: Uma camiseta com a capa do livro + um cupom de 20% de desconto em qualquer livro da selo Métrica.
2º Lugar: Um cupom de 20% de desconto em qualquer livro da selo Métrica na bienal

• As fotos deveram ser postadas na fanpage da Saga Audax: https://www.facebook.com/AudaxSaga?ref=bookmarks
• Data de início dia 20/07 à 20/08 o resultado será postado na Fanpage. Boa sorte a todos!!!!

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Entrevista: MÉRCIA


Biográfia Autora:


Mércia vinte anos, publicando o primeiro livro, sendo este o segundo de sua autoria. Com novos projetos de livro, ama explorar outros gêneros, percorrendo entre romance e suspense. Mas deseja muito escrever ainda histórias infantis. Estudante de Administração Pública e almeja ainda outras formações. Mas escrever é sua maior satisfação, e não pretende parar com seus projetos de escrita em momento algum.


“Nem que eu seja minha única leitora ou que ninguém nunca fale o meu nome, escrever é meu refúgio, um mundo novo, o qual se tornou minha casa, e o qual não abandonarei”.

1. Quando você escreve se imagina vivendo alguma de suas histórias?

Bem, Jéssica, as vezes sim! Em alguns momentos no Alvorada, era como se pudesse sentir a dor e o desespero da Carmem. Mas em me sentir tão dentro da historia assim não. Eu sempre disse a mim mesma que tudo o que via ali era como se eu fosse a Madame Mércia olhando em sua bola de cristal.

2. Você se inspirou em algum escritor? Se sim, Qual?

Na realidade, não. Eu cresci lendo romances policiais e livros de auto ajuda, mas os meus autores preferidos sempre foram um grande espelho para mim. Mas já aconteceu de me perguntarem se andei lendo livros de terror ou se vi SCI para falar de temas relacionados e a resposta sempre foi negativa. Sempre deixo vir e é espontâneo! Apenas me vêm ideias loucas e as escrevo. Até mesmo por quê sou medrosa e não encaro livros com terror, e também sou desligada de TV. Só assisto a série Médica: Grey’s Anatomy e não escrevi nada até agora que se relacione.

3. Vocês costuma anotar suas ideias para não esquecê-las?

Não. Meu bloco de notas é mental mesmo. Embora as vezes que minha cabeça vai explodir com tantas ideias, mas não consigo escrever nada em notas para depois. Até tentei uma vez, mas não fluiu bem na hora de escrever.

4. Imagina como vai se sentir quando lerem seus livros?

Bem, a cada livro que eu leio é certo que há uma emoção diferente. É boa, sempre é, mas para cada estória é diferenciada e creio que os leitores, por vezes vão amar a Carmem e depois irão odiá-la. Eu vejo O Mistério do Alvorada Hotel como uma cama de gato. Haverão altos e baixos emocionais nas pessoas sim, mas no fundo vejo um retorno bom nisso. Sei que vou me sentir alegre ao ouvir cada relato de leitores e que vamos vibrar juntos.
O que me entristece ainda é que este reconhecimento vem de fora da minha cidade e do meu Estado e que poucos por aqui me dirão sobre as emoções de apenas ler, nem que o livro não seja o meu. Este ponto seria o ápice de minha satisfação como escritora, de ver as pessoas pela rua e me pararem para falar do livro e de outros livros e poder conversar com cada um, sabendo que eles compreendem tudo o que falo.

5. Quando escreve você tenta passar alguma mensagem? Qual?


Dependendo dos momentos e do teor da história, sim! Quando escrevi meu primeiro livro, que é um romance, sempre passei a imagem de uma amor puro, passei mensagens sobre amizade, sobre acreditar no outro e sobre união e perdão. O mistério do Alvorada hotel trás mensagem de perdão ao fim. Mas é algo que não consigo transmitir em um conto, já que são curtos e normalmente são temas fortes. Dependendo da variação de temas e do foco ao qual se volta a história somos capazes até de passar certas mensagens que nem nós vemos, mas que acaba chegando a alguém e que serve para tal.

6.  Qual seu maior sonho, como escritora?
Jessica, pode parecer clichê, mas vivo sonhando com o dia em que levarei toda a família para ver uma adaptação no cinema. Mas também sonho em ver minhas obras traduzidas e conquistando o publico internacional. Mesmo sabendo que isto leva um tempo, mas somos jovens e ainda há tempo para muita coisa. E não é impossível, pois há 4 meses atrás eu sonhava com uma editora me propondo lançamento de um livro e agora estou me preparando para o grande dia na Bienal!

7. Você se arriscaria a escrever um livro a quatro mãos, ou seja, com outra pessoa? Por quê?

Para ser sincera, o único trabalho que daria para arriscar seria uma coletânea de contos, pois cada um iria elaborando os seus e depois unirmos todos em um só livro. Esta parceria daria muito certo, mas pegar uma ideia que tive e compartilhar com outra pessoa e tentarmos as duas trabalhar de forma parecida não daria muito certo para mim, até mesmo por que detesto ser contrariada e sou explosiva. E para trabalhar a quatro mãos precisaria ter diálogos constantes nos momentos de criação e eu sou aquela escritora que pode ouvir uma pessoa ao meu lado dar um tiro na cabeça que só iriei olhar para ela quando acabar de escrever aquilo que planejei. E é por isso que não ouço musica, detesto barulho na hora da criação.

8. Já se imaginou como Best Seller? O que acha que faria?

Para ser sincera, me passam tantas coisas pela cabeça que falto enlouquecer. Mas o que posso dizer, não é? Claro que sim. Eu tenho minha própria tradução que diz: estou realizada na vida! E a única forma de agradecer ao publico por eles terem me levado a este nível seria dando a eles uma nova história. E assim, sempre teríamos um livro novo e mais um, até mesmo por que sabemos que mente de escritor não para nunca.

9. O que espera ouvir de seus leitores?

Dos leitores sempre espero o melhor, afinal, sem eles nós nada seriamos, pois são os leitores que fazem de nós Grandes escritores! E a cada dia, quando me deparo com um leitor, a sensação e maravilhosa. E foi a opinião dos meus bons leitores que me impulsionou a continuar, mesmo quando pensei em desistir.

10. O que não quer ouvir de jeito nenhum?

Bem, tem coisas que inclusive já ouvi muito, mas que foram no meu “habitat natural” e que sei que meus leitores e as pessoas com quem tenho me envolvido neste mundo literário são de uma educação e magnitude infindáveis e que jamais me diriam algo assim, até mesmo por quê, pessoas que nos vem com criticas ruins são aquelas incapazes de compreender o meio que nos atrai.

Sei que já ouvi coisas como: por que não para de sonhar e vai trabalhar; escrever não põe comida na mesa; isso não tem resultado; enfim, são coisas desagradáveis de pessoas mais desagradáveis ainda.

Mas eu sei o quanto compensa, o quanto vale apena! E é por isso que eu não pretendo parar e nem desistir nunca. E se não for um grande retorno de uma forma, mas de outra forma é satisfatório o suficiente para compensar as falhas.

E só de poder manter a cultura literária de pé, para mim já vale tudo!

Links para Contato com a Autora:


Aos que não sabem, onde hoje é alvorada, um dia fora a casa de um dos sócios do hotel: Abraão Cury. Todo o hotel foi planejado pela filha de Abraão, que durante a construção do lugar, sumiu, deixando apenas uma carta dizendo que estava indo embora com um namorado. Treze anos se passaram e Carmem Cury nunca dera sinal de vida. Sumiu para sempre. Porém, embora as esperanças de reencontrá-la sejam quase zeradas, o jogo pode estar prestes a virar com a chegada dos irmãos Ferraz, filhos de Maximiliano Ferraz, o outro sócio do ramo hoteleiro. Álvaro, o primogênito, ao chegar encontra uma menina misteriosa que vira sua cabeça, mas a qual o proibiu de lhe tocar. Seu maior sonho é estudar artes, e se põe a pintar a menina. Alberto é ambicioso e gosta de um jogo sujo, porem, ao ouvir a voz daquela menina, a mesma que nunca vira, se encantou e criou certa possessão por ela. Alberto recebe a proposta do pai de cuidar de negócios ilegais que funcionam por trás da faixada de hotel de família. E uma noticia vinda da Senhora Ferraz faz com que tudo piore. Ernestina Moraes, ao parar em frente ao hotel sente que há uma força ali, sombria, cheia de mágoa e ódio, colocando toda a família Ferraz em risco. Ódio, mágoas e um crime do passado, um culpado, os jogos, um bordel, menores de idade sendo escravizadas sexualmente, um investigador, uma morte e uma médium unidos em um mesmo lugar... Há apenas uma forma de libertar o ser que ali habita. Porém ainda virá muitas surpresas pela frente.


quarta-feira, 8 de julho de 2015

Entrevista: NATHÁLIA



Biografia Autora:

Nathália Madeira tem 28 anos, é nascida no interior do Rio de Janeiro e formada em Administração de Empresas. Além de ler e escrever, gosta de cinema e é apaixonada por comédias românticas. Aprendeu a ler aos 5 anos e seu primeiro livro foi um nacional. Começou a escrever de brincadeira e se encantou com o mundo as letras. Ainda Bem Que Encontrei Você é seu primeiro livro e nele ela reuniu temas que gosta de ler.




1. Você já teve alguma ideia muito absurda pra uma história? Se sim, qual foi?
Até agora não, minhas ideias são bem normais, gosto de escrever sobre a vida cotidiana, histórias que poderiam acontecer comigo, com você ou sua melhor amiga.


2. Você já se apaixonou por um personagem?
Quem nunca? Cada livro que leio é um amor diferente.

3. Escrever é algo natural ou você teve que treinar?
Aconteceu de repente, foi natural e rápido, um belo dia acordei com uma ideia em mente e nesse mesmo dia escrevi três capítulos.

4. Quando você cria um personagem, se apega a ele?
Sou apaixonada por todos os meus personagens, sou ciumenta e possessiva também, mas tem uma em especial que roubou meu coração, ela se chama Bel e é uma menininha de um ano que virou meu xodó.

5. Você é tipo de autora que acha que mortes são necessárias nas narrativas?
No meu livro matei dois personagens, acho que isso já responde sua pergunta. Uma morte inserida na hora certa traz uma dose extra de drama pra história é bom pra dar uma agitada na vida dos personagens.

6. Considera-se uma escritora versátil?
Comecei a escrever há pouco tempo, ainda não me arrisquei a escrever outro tema além de romance.

7. Já teve dificuldades em terminar uma história?
Terminar uma história é sempre complicado, eu nunca estou satisfeita com o que escrevo, sempre acho que poderia ter feito melhor.

8. Você coloca suas ideias no papel, como um roteiro, ou só escreve quando é para te fato escrever a história?
Tenho um arquivo chamado Oficina de ideias, nele anoto cada ideia que tenho, seja pra um capítulo ou uma nova história. Quando preciso de inspiração dou uma olhadinha lá e as vezes me surpreendo com ideias que já tinha esquecido.

9. Você se sente desafiada quando escreve? Ou é algo tão natural quanto tomar água?
Sinto-me desafiada e com um fiozinho na barriga, quero logo saber se vou conseguir terminar, se minhas ideias vão dar certo e se as pessoas vão gostar, travo um desafio comigo mesma.

10. Gênero literário que você mais gosta de escrever?
Até agora só escrevi romance, que é meu estilo preferido de leitura, mas no futuro não descarto a possibilidade de outros gêneros, só depende da minha imaginação, o que ela mandar eu escrevo.


 Links para contato com a autora:







Marcelly Andrade tinha a vida que sempre sonhou. Após se formar na faculdade, conquistar seu amor de infância e virar sócia de um negócio em ascensão, pensou que seria feliz para sempre, no entanto uma curva traiçoeira mudou radicalmente seu percurso e um triste acidente levou seu porto seguro. Após perder seu namorado se viu sozinha, perdida de si mesma e um diagnóstico torna seu sonho de ser mãe impossível. Acreditando não ser mais capaz de ser feliz se dedica apenas ao trabalho, porém, duas meninas perdidas no parque podem trazer consigo um novo destino para Marcelly. De forma inesperada ela descobrirá que na vida podemos encontrar varias formas de amar e um romance avassalador a espera. Venha desvendar essa história de superação e amor.